sexta-feira, 1 de julho de 2011

Cordel Encantado neste sábado

No capítulo de Cordel Encantado deste sábado, 02/07/2011; Doutor Sergio fica comovido com a forma com que Inácio trata os necessitados em Vila da Cruz. Penélope se recusa a divulgar a inauguração do gerador. Quiquiqui canta para Téinha a prosa escrita por Setembrino. Neusa questiona as histórias de Farid. Bel convida Penélope para sair. Miguézim afirma que Açucena não pode ser coroada e observa a tiara que Augusto pretender dar a ela. Euzébio diz à filha que eles precisam recuperar a medalhinha que ela vendeu. Augusto vê Janaína usando uma medalha de um membro da corte. Dora convida Jesuíno para ir à inauguração da casa de forró. Petrus decide ir ao baile. Úrsula garante a Timóteo que entregará Açucena para ele.
Todos no baile admiram Açucena. Timóteo se enfurece quando Augusto e Felipe o afastam da princesa. Efigênia e Helena procuram a tiara que o rei daria a filha. Zenóbio reconhece Farid disfarçado no forró. Nidinho foge para ir ao baile. Euzébio sofre com os sapatos que está usando e Úrsula o incentiva a tirá-los para descansar os pés. Fausto ouve Carlota e Timóteo conversando e avança sobre o casal. Úrsula derrama vinho no vestido de Cesária e a cozinheira reage com raiva. Euzébio se apavora ao perceber que seus sapatos sumiram e se desespera quando Açucena o leva ao salão para dançar. Úrsula leva Açucena para o quarto onde Timóteo está. Farid vê Neusa e Bartira no forró. Rosa reconhece Cícero. Zenóbio e Petrus entram no palácio e todos se surpreendem com a chegada do duque. Timóteo fica a sós com Açucena.

Globo

Comissão de Educação aprova projeto que isenta materiais escolares de tributos

Materiais escolares, uniformes e outros equipamentos exigidos pelas escolas do ensino básico poderão ficar isentos de tributos. É o que prevê projeto de lei do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) aprovado nesta terça-feira (21) pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). A matéria, agora, será examinada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), em decisão terminativa.
Com a isenção de impostos, taxas e contribuições, os materiais escolares terão preços mais baixos. Assim, ressaltou Crivella, o projeto (PLS 256/10) vai facilitar a aquisição do material solicitado pelas escolas, uma vez que as famílias já são oneradas com outras obrigações fiscais no período em que são feitas as compras - como impostos sobre imóveis e veículos. No texto original do projeto, ele propôs que a isenção fosse concedida apenas em fevereiro.
Emenda do relator da matéria na CE, senador José Agripino (DEM-RN) estendeu a isenção a todos os meses, pois, conforme argumentou, os materiais escolares sofrem desgastes no decorrer do ano e precisam ser repostos. Agripino observou ainda que a falta de condições para comprar os materiais escolares é uma das principais razões da evasão escolar.
A proposta determina ainda que o Poder Executivo regulamente a lei que resultar desse projeto, para listar os materiais sujeitos à isenção. A regulamentação deverá ser feita em 90 dias após a promulgação da lei.
Agripino observou que os livros já foram isentos de impostos. Ressaltou também que os alunos das escolas públicas recebem os livros didáticos de que precisam de forma gratuita, mas cerca de quatro milhões de estudantes de escolas privadas não têm o benefício.
Não podemos fechar os olhos à realidade por que passa a maioria das famílias, oprimidas pelos gastos do início de cada ano letivo, muitas vezes superiores à sua capacidade de pagamento - destacou Agripino.
O senador lembrou que projeto de sua autoria com o mesmo objetivo já foi aprovado no Senado e tramita na Câmara dos Deputados. A proposta de Crivella, acrescentou Agripino, deve ser juntada a sua para tramitação conjunta.

CNTE

Reunião de negociação do Sintepe com Governo define encaminhamentos


Membros da comissão do Sintepe estiveram mais uma vez na Secretaria de Educação na tarde de segunda-feira (20) para tratar de questões pedagógicas, como por exemplo, o recesso dos administrativos, a compulsória e a isonomia salarial.
Do sindicato estavam presentes os diretores, Fernando Melo, Severina Porpino, Zélito Passavante, Carlos Vasconcelos e os representantes setoriais, Ivan Rui e Francisco de Assis e a professora Albênia Silva.
Recesso dos administrativos - O acordo feito em 1991/92 na cláusula 28 estabelece recesso de 15 dias para os administrativos em sistema de rodízio, porém, alguns gestores desrespeitam o acordo. "Integrantes do quadro de Magistério independente da função que exerça na rede escolar farão jus a totalidade do recesso", defendeu Fernando Melo. Pela natureza o documento é revalidado a cada ano. A secretária executiva de Educação, Margareth Zaponi, avaliou que é importante não prejudicar o direito do administrativo em prol da não existência de pessoas em quantidade suficiente. A ideia do Sintepe é garantir "O direito do administrativo conquistado a duras penas e também garantir que a escola naquele período continue prestando o mínimo de atendimento a comunidade", pontuou Melo. Quanto a medida o secretário de Educação, Anderson Gomes irá enviar às GRE(s) orientação por escrito e quem desobedecer vai ter que se explicar. A medida será sistematizada. Administrativo tem direito à recesso, em sistema de rodízio.
Recesso dos temporários - As GREs estão dizendo que durante o recesso eles não vão se afastar da escola, vão fazer trabalho administrativo. Eles são professores e mesmo tendo outro vínculo, na essência ele é professor e o recesso tem uma fundamentação. Ele tem os mesmos direitos que os outros professores. Ficou acertado com o secretário de Educação que os temporários não irão trabalhar no recesso.
Questão dos contracheques - A medida do governo e a que vem sendo executada é de não enviar os contracheques para as residências com intuito de reduzir os gastos. o Sintepe fez uma solicitação levando em consideração que os aposentados, são doentes na maioria, muita gente mora distante e não tem facilidade de acessar a internet. Este ano não chegou nenhum. O secretário de educação garantiu falar com Ricardo Dantas sobre o assunto. O Sintepe sugeriu que chegue nas casas pelo menos um a cada três meses.
Questão do 207 - O que está sendo alterada a partir de 1 de julho é para resolver a questão dos servidores que já gozam o já tem no seu efetivo trabalho a questão do 207. As pessoas que não quiserem aderir ao novo regramento jurídico, poderão solicitar que temporariamente ficarão na legislação anterior. Quem tem contrato de 30h permanecerá na situação que está. Dependendo da justificativa do diretor a Secretaria de Administração e da necessidade da escola passará para 40h. As 40h está mais para resolver um problema previdenciário do que mesmo a questão funcional.
Compulsória - A deputada Teresa Leitão como presidente da Comissão de Educação apresentou no projeto duas emendas, uma delas no sentido de tentar diminuir de cinco para três anos, para que a pessoa contando a partir de primeiro de junho deste ano pudesse ao completar os cinco anos, pudesse levar esse resultado remuneratório, essa vantagem para aposentadoria. No passado tinha uma situação parecida com o professor que estava fora de regência e para levar o pó de giz ele tinha que retornar a sala de aula e passar três anos. Essa emenda caiu. A outra questão é social, nós temos muitas pessoas que não se aposentaram, tem tempo, a contribuição, a idade tem todos os requisitos, mas não solicitaram e iriam perder o equivalente a essas 3 horas. Quando completa 70 anos é a compulsória obrigatória, recebi Cícero, ele vai completar 70 anos no dia 24 de junho. Uma das emendas de Teresa foi que para essas pessoas que fosse chegando aos 70 essa trava dos 5 anos, não fosse considerada. Margareth, diz ser outra questão social, as pessoas não aguentam trabalhar. Quem deveria se aposentar, que não aposentou e quais são os motivos. A Seduc garantiu fazer um levantamento para saber quantas pessoas permaneceram na rede até chegar compulsória, para evitar perdas. Os representantes do governo garantiram começar a pesquisa em 45 dias. O Sintepe faz uma ressalva para valorizar a data base que é dia 1 de junho porque a negociação foi feita a partir dessa data.
Isonomia salarial - O pessoal que recebe como aula 3,5% do salário mínimo. Zerou as custas processuais. No final do governo passado construímos uma lei, a partir da adesão das pessoas teríamos anistia das execuções. Gente que perde carro, moto, gente que chega chorando no sindicato. É uma situação desagradável. Nós construímos uma legislação a partir da adesão das pessoas e abririam mão do processo as pessoas que não tinham direito, quando o STF deu ganho de causa, como iria pedir para abrir mão se o Supremo deu direito? No final das contas o direito foi negado e estamos com muita gente sendo executada. A ideia do Sintepe é que o secretário de Educação seja nosso alido, junto a PGE que construiu a lei conosco. Conseguimos construir uma legislação para anistiar as pessoas. O Sintepe tem uma certa urgência porque todos os dias tem gente que negociou por fora. O secretário enfatizou que irá dialogar com os responsáveis para que medidas sejam tomadas.
Aulas atividades - Temos uma realidade que o profissional tem dois contratos. É uma questão de sobrevivência. O ideal seria que a gente pudesse concentrar os professores de matemática naquele horário. A nossa reivindicação é que conheça a realidade que permeia nossa categoria, que a gente pudesse evitar o conflito na escola e garantir flexibilizar segundo o que está lei, cumprindo a lei resolveríamos o problema. Não se pensa em educação 40, 50 minutos que o professor está na sala. Quando ele aplica o teste, ele tem que ter o tempo não é só de corrigir mecanicamente, a aula começa antes do professor entrar na sala e não termina. Segundo a professora presente na reunião, Albênia Silva, as escolas não estão preparadas para que a gente faça essa aula atividade. Não tem computador para professor, não tem livro, não tem material.
Paralisações do dia 11 de maio e 3 de junho - O Sintepe compreende a questão dos 200 dias, além da questão legal, a questão do direito do aluno. O aluno acaba sendo companheiro de nosso trabalho. No outro caso que é garantir o conteúdo, aquela aula pode ser diluída em outro dia. O aluno não deixou de ser contemplado com o conteúdo. As paralisações não são frequentes. A lei foi instituída para que a gente tivesse um marco. Tem escolas com feiras de ciências e os professores vão para essas atividades realizadas fora do horário de aula. A ideia é negociar tendo por princípio o conteúdo ser diluído na carga horária. Para a Seduc, tem que ter uma semana de imersão, discutir isso que é muito importante, chamar mais gente e definir um alinhamento para dar uma orientação. A gente também não pode perder de vista a autonomia das escolas. O que interessa é atender a legislação, os conteúdos e as horas aulas. A gente tem que discutir com o Ministério Público. A secretária executiva pontua "A gente elabora uma discussão. O importante é ir aperfeiçoando através das conversas porque até outubro a gente tem que estar com tudo pronto para o próximo ano". O processo de negociação quanto aos dias paralisados continua.
A secretária executiva de Educação, Margareth Zaponi sugeriu a criação de um grupo de trabalho com o sindicato para escrever as diretrizes da gestão da rede e acertá-las coletivamente. A próxima reunião de negociação está agendada para o dia 19 de julho, às 9h, na Secretaria de Educação.

Sintepe

Os seis meses de Dilma

No balanço de cem dias do governo Dilma, prevaleceu um julgamento mais positivo do que negativo incluindo manifestações de surpresa daqueles que duvidavam da capacidade da candidata do PT na eleição presidencial de 2010.
Aos seis meses, apesar dos percalços, o saldo é favorável à primeira mulher presidente do Brasil.
O pior momento de sua administração aconteceu por razões sobre as quais a presidente tinha pouca responsabilidade. Foi um erro nomear Antonio Palocci Filho para a Casa Civil e concentrar tanto poder na pasta? Hoje parece fácil responder afirmativamente.
Palocci, porém, cumpriu um papel fundamental na campanha e na formação do governo. Estabeleceu os laços necessários com o grande capital que sempre namorou José Serra, o candidato do PSDB em 2010. O sorridente Palocci se desgastou ao represar a sede peemedebista por espaço no governo. Enfim, ele foi útil à presidente enquanto manteve condição política de permanecer à frente da Casa Civil.
Palocci caiu porque o padrão ético da política brasileira vem melhorando paulatinamente. A sociedade não aceitou o silêncio do ministro a respeito do meteórico enriquecimento.
Claro que crises sempre têm uma natureza ruim, mas podem ser oportunidades para correções de rumo e para aprender a governar. O ano de 2003 foi duro para Luiz Inácio Lula da Silva. A crise do mensalão, em 2005, muito mais. No entanto, também foram momentos em que Lula aprendeu a governar melhor. E ele saiu da Presidência com popularidade recorde para presidentes desde a redemocratização de 1985.
Dilma, ministra fundamental para o êxito lulista, está aprendendo a ser presidente. Por mais experiência que um político tenha, esse trabalho é difícil pra chuchu. A cada dia, relatam governadores, senadores, deputados e integrantes do Executivo, ela aprende a ser mais presidencial e menos ministerial. Correndo risco de simplificar em excesso, a tradução é a seguinte: enxergar mais a floresta do que a árvore.
Foi uma boa decisão o recuo de Dilma ao prorrogar por mais três meses o prazo de pagamento de emendas parlamentares que fazem parte dos restos a pagar de 2009. Não valia a pena comprar uma crise com o Congresso Nacional neste momento. Ela tem sabido resistir a pressões. Não precisa dar provas de mandonismo explícito _este, sim, um aspecto de sua personalidade que incomoda auxiliares. Evidência disso: o discurso do ministro Nelson Jobim (Defesa) na homenagem do Congresso aos 80 anos de FHC.
Um bom presidente deve entender os limites do seu imenso poder, saber reavaliar decisões e admitir erros. Ideia fixa na política é um risco danado. Se ainda puder dar alguma leveza ao cargo, com certo charme no contato pessoal, melhor ainda. Mas, convenhamos, Presidência não é concurso de simpatia...
Aos seis meses de governo, Dilma está acertando os ponteiros. Na economia, a inflação deixou de ser uma grande ameaça. O crescimento econômico de 2011 deverá ser razoável para um ano de ajuste fiscal. O real valorizado em relação ao dólar se tornou um problema crônico, que tem entre as causas uma onda internacional e que precisa ser monitorado constantemente.
Na política, provavelmente o Palácio do Planalto bancará a aprovação de um projeto que acabará com o sigilo eterno de documentos ultrassecretos. Há um entendimento com a oposição para criar a Comissão da Verdade sobre a ditadura militar de 1964. Dilma tem buscado dialogar com o Senado para amenizar o tom ruralista que a Câmara deu ao novo Código Florestal. Com atraso, tenta tirar do papel os projetos para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016.
Das promessas de campanha, colocou na praça os planos de combate à miséria e de ampliação do acesso à banda larga na internet com preço acessível aos mais pobres.
Há um rosário de problemas, como justificar uma ajuda de R$ 4 bilhões do BNDES à operação Pão de Açúcar-Carrefour. A presidente deve prestar contas à sociedade dessa benemerência com dinheiro com público. Não basta que as autoridades digam que o negócio é bom para o Brasil. A crise de Palocci ensinou a importância de dar satisfações ao distinto público.
No balanço dos seis meses, é honesto dizer que Dilma está presidindo bem.

Kennedy Alencar

BNDES na gôndola!



Blog Josias de Souza

Escândalo sexual atinge jornalistas

Há tempos eu não via um caso comprometer tanto a imprensa mundial no geral e a americana, em particular. Acusado de atacar violentamente uma empregada de um hotel de Nova York, o então presidente do FMI Dominique Strauss-Kahn foi preso, perdeu o emprego e a candidatura à presidência da França. Agora quem vai para o banco dos réus é a imprensa ou pelo menos parte dela.
Afinal, ele, além de preso, foi, em inúmeras reportagens de capa, julgado pelos jornalistas e condenado. Psicólogos foram chamados a analisar o caso, dando seu veredicto nas reportagens sobre a psicologia do macho poderoso e agressor.
O escândalo se volta contra a imprensa. O jornal "The New York Times" revela que a história relatada pela empregada do hotel não se sustenta e que há uma série de evidências criminosas contra ela, já supostamente comprovadas pelos promotores que moviam a ação contra o ex-presidente do FMI. Se houve sexo, foi consensual.
Pelo jeito é uma espécie de versão internacional do caso da nossa Escola de Base, quando donos de uma escola foram julgados publicamente a partir de acusações falsas de um policial, acolhidas pelo juiz.

Gilberto Dimenstein

Ibope da Globo em junho foi o pior de todos os tempos


A Globo viu seu ibope em junho crescer 0,4 ponto na Grande São Paulo em relação a maio: de 16,6 para 17 pontos. Mesmo assim a emissora teve o menor ibope já registrado nesse mês, desde que a audiência das TVs passou a ser medida, em 1970. O resultado vale para a chamada faixa comercial, das 7h à 0h.
Até então, junho de 2008 fora o pior de todos, com média de 17,1 pontos. Historicamente, junho é um dos meses em que as TVs estão mais ligadas, e quando há mais pessoas diante dos aparelhos. A equação frio + mês de provas + poupar dinheiro para as férias iminentes faz com que, na média, 43% das TVs estejam ligadas --um dos índices mais altos em situação de normalidade (quando não há grandes catástrofes ou competições).
Para efeito de comparação, em junho do ano passado a Globo marcou 18,5 pontos, mas então havia a Copa da África-- que, curiosamente, também não elevou o ibope da emissora em relação ao junho anterior (2009), quando também havia marcado 18,5 pontos.

BAND E O 'EFEITO DATENA'

A medição do ibope também permite ver que a Band acusou o golpe com a saída de José Luiz Datena. O apresentador rescindiu contrato em 15 de junho e voltou para a Record. Em 15 dias sem ele, a Band viu seu final de tarde cair mais de 40% no ibope, o que, na soma, provocou uma queda geral de ibope de 0,4 ponto. A Band caiu de 2,9 em maio para 2,5 pontos em junho, mas com viés de queda (arredonda-se para 2,0).
Pode parecer pouco, mas, para uma emissora que tem média de ibope em torno dos 3 pontos, as casas decimais valem muito.
As outras TVs estagnaram ou tiveram oscilação negativa em junho. A Record se manteve vice-líder, mas caiu de 7,5 para 7,4 pontos (portanto, 7); o SBT continuou em terceiro, com 5,9 pontos; já a RedeTV! caiu de 1,6 em maio para 1,4. No arredondamento, portanto, ficou com apenas 1 ponto no mês.

RICARDO FELTRIN